Sobre a oportunidade
Na Nava , acreditamos no poder da tecnologia para transformar negócios — e estamos com uma oportunidade desafiadora e estratégica esperando por você. Vem crescer com a gente! Missão: Monitorar a disponibilidade e o desempenho das aplicações e integrações críticas, isolar a camada em que o…
Requisitos
2+ anos de experiência na carreira Inglês intermediário Splunk Dynatrace WebLogic JBoss NGINX Apache Tomcat Apache HTTP Server Microsoft IIS WildFly WebSphere Conhecimentos Desejáveis Missão crítica SOAP Python Bash SAP Zabbix ITIL 4 Foundation PowerShell APIs REST SQL Tarefas e Responsabilidades Na Nava, acreditamos no poder da tecnologia para transformar negócios — e estamos com uma oportunidade desafiadora e estratégica esperando por você. Vem crescer com a gente! Missão: Monitorar a disponibilidade e o desempenho das aplicações e integrações críticas, isolar a camada em que o incidente se manifesta, executar os procedimentos padronizados de verificação e contenção, e escalar ao time de sustentação ou à área mantenedora com diagnóstico e evidências suficientes para acelerar a resolução. Conhecimentos essenciais: Arquitetura de aplicações Modelos arquiteturais e seus pontos de falha típicos: aplicação monolítica, arquitetura em três camadas, microsserviços e aplicações legadas. Fluxo de uma requisição fim a fim: cliente, balanceador, servidor web, servidor de aplicação, middleware, banco de dados — e capacidade de dizer em qual ponto a requisição está falhando. Conceitos de sessão, cache, pool de conexões e timeout — e como cada um se manifesta como sintoma ao usuário final. Diferença prática entre indisponibilidade total, degradação de desempenho e falha funcional parcial, determinante para a classificação correta de severidade. Ambientes segregados (produção, homologação, desenvolvimento) e a disciplina de não confundir alerta de ambiente não produtivo com incidente crítico. Noções de alta disponibilidade e balanceamento: conceito de nó fora do balanceador, sessão presa e falha em failover. Servidores web e servidores de aplicação Servidores web: Apache HTTP Server, NGINX e Microsoft IIS — verificação de status, leitura de logs de acesso e de erro. Interpretação de códigos de status HTTP com raciocínio diagnóstico: distinguir erro de cliente (4xx) de erro de servidor (5xx), e reconhecer 502, 503 e 504 como sintomas típicos de backend indisponível, sobrecarregado ou lento. Servidores de aplicação: Apache Tomcat, JBoss/WildFly, WebLogic ou WebSphere conforme o ambiente — verificação de status, uso de heap e leitura de logs. Noções de JVM em nível de sintoma: OutOfMemoryError, garbage collection excessivo e thread travada — sem entrar em tuning. Certificados digitais: identificação de expiração de certificado como causa de indisponibilidade — falha recorrente, previsível e evitável por monitoramento. Conceitos de proxy reverso e balanceador de carga, com verificação de nós ativos e health checks. Middleware e integrações Conceito de middleware como camada de integração e seus modos de falha: fila parada, mensagem em erro, conector fora, credencial expirada. Filas e mensageria: conceito de fila, tópico, dead letter queue e acúmulo de mensagens como sintoma de consumidor parado. APIs REST e SOAP: leitura de resposta, identificação de erro de autenticação, de payload e de timeout; uso de ferramentas de teste de endpoint para validação. Autenticação e autorização em integrações: tokens, certificados, chaves e o padrão de falha por expiração de credencial. Processamento em lote (batch): verificação de execução, identificação de job travado ou fora da janela, e impacto em cascata sobre sistemas dependentes. Transferência de arquivos e interfaces por arquivo, ainda frequentes em ambientes de utilities. Observabilidade aplicada a aplicações Dynatrace ou equivalente em nível de leitura: análise de transações, identificação de serviço degradado e navegação em mapas de dependência — competência de alto valor para isolar camada. Splunk ou equivalente para busca em logs centralizados e correlação de eventos entre componentes. Zabbix em nível de leitura de itens de aplicação, triggers e histórico de disponibilidade. Conceitos de APM: tempo de resposta, taxa de erro, throughput e apdex — vocabulário necessário para comunicar degradação de forma objetiva. Correlação temporal entre eventos de aplicação, infraestrutura e mudanças recentes — a primeira pergunta em qualquer incidente de aplicação é o que mudou. Desejáveis: Formação superior completa em TI ou áreas correlatas. Experiência prévia em suporte a aplicações corporativas em ambiente de missão crítica, preferencialmente com plataformas SAP. Certificação ITIL 4 Foundation. Certificação ou treinamento formal em ferramenta de observabilidade (Dynatrace Associate, Splunk Core Certified User). Noções de SQL para consulta de verificação orientada por playbook, em complemento ao trabalho do analista de banco de dados. Noções de scripting para execução de rotinas de verificação (PowerShell, Bash ou Python). Inglês técnico para leitura de documentação de fabricantes e abertura de chamados junto a fornecedores. Vivência em setor elétrico ou utilities, com compreensão do impacto regulatório de indisponibilidades. O que não se espera desta posição: Depuração de código, análise de stack trace em profundidade ou correção de defeito de software. Deploy, rollback ou qualquer alteração em ambiente de produção. Tuning de JVM, ajuste de pool de conexões, dimensionamento de heap ou configuração de servidor de aplicação. Criação ou alteração de integrações, endpoints, filas ou rotinas de batch. Reprocessamento de mensagens em erro ou intervenção em fila de produção sem playbook homologado. Suporte funcional ao usuário sobre regra de negócio da aplicação — competência da área mantenedora. Renovação ou instalação de certificados digitais — a posição identifica a expiração e escala; a substituição segue o processo de mudança. Se interessou? 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