Sobre a oportunidade
A missão Transformar as plataformas de atendimento da nstech em aceleradores da operação. Você é quem coloca a mão na ferramenta: configura, automatiza e integra para que o chamado ande sozinho até onde a ferramenta consegue levá-lo, e o analista invista o tempo dele resolvendo, não operando o sistema. É uma posição de ownership técnico real e com foco dedicado. Você será a referência das plataformas de atendimento na companhia e terá espaço para propor, implementar e evoluir. O que você vai fazer Ownership técnico das plataformas Administração funcional das plataformas de atendimento e suas integrações: gatilhos, macros, roteamento, formulários, catálogos e regras de SLA. Assumir o ownership técnico de ferramentas internas como GLPI, AICC, Movidesk e de suas integrações com os demais sistemas da companhia. Acompanhar deploys e releases, validando impacto antes de produção. Sustentar as integrações entre sistemas de atendimento, operação e observabilidade, garantindo consistência de dados. Automação e autosserviço Configurar o roteamento e o transbordo automático entre níveis e áreas, eliminando as passagens manuais de fase. Construir e manter formulários, catálogos de serviço e fluxos de abertura dentro das plataformas. Identificar demandas repetitivas e convertê-las em automação. Implementar as ferramentas para gerar dados de operação com consistência e sem esforço manual. Processo e interface com o negócio Levantar necessidades com as áreas, refinar escopo de mudanças e traduzir em especificação técnica executável. Documentar processos e runbooks das plataformas. Interlocução técnica direta com fornecedores: abertura e acompanhamento de demandas, validação de entregas. Contribuir com a arquitetura-alvo de canais a partir da visão de quem opera. O que buscamos Essencial 5+ anos com plataformas de atendimento ou ITSM em papel técnico ou de administração de plataforma. Experiência comprovada em implementar soluções — não apenas operar — e em cuidar da governança técnica delas. Base técnica sólida: APIs REST, webhooks, integrações entre sistemas, leitura e depuração de código, SQL. Capacidade de transitar entre os dois mundos: falar tecnicamente com desenvolvedores e fornecedores, e traduzir para o negócio sem jargão. Visão de processo ponta a ponta, não apenas da tela da ferramenta. Autonomia e curva de aprendizado rápida: a squad é enxuta e o ecossistema é diverso.